O PSD não está a caminhar para o suicídio colectivo
2009-12-04

O Presidente da Distrital do PSD/Porto, Marco António Costa, não acredita que o PSD caminhe para um suicídio colectivo, conforme disse recentemente o militante nº 1 do partido, Francisco Pinto Balsemão. O líder social democrata portuense diz que o PSD necessita de manter bem vivo a filosofia de Francisco Sá Carneiro que sempre rejeitou supostas elites que procuravam dominar e asfixiar o partido. Se os militantes do PSD mantiverem o espírito de Francisco Sá Carneiro então o partido será cada vez mais forte e mais activo.



«Acredito, isso sim, que o PSD começou agora a caminhar para uma nova fase da sua vida. E o suicídio colectivo será para aqueles que não perceberem que o partido mudou e que dificilmente será governado a bel prazer por meia dúzia de pessoas, que se juntam à volta de uma mesa para tentarem decidir o futuro de todos os militantes. Isso acabou…», vaticina o presidente da Distrital do PSD/Porto.



Na opinião de Marco António Costa o PSD tem hoje a sua democracia interna mais aprofundada. Os militantes social-democratas sabem fazer as suas escolhas sem estarem agora sujeitos a pressões de carácter impositivo ou mesmo caciquismo. As bases sabem escolher o caminho que pretendem para o seu partido e não precisam das referidas pseudo-elites.



«As directas foram, sem dúvida, uma vitória das bases, que assim acabaram com o fim de limitação das pessoas em participar na vida quotidiana do PSD e sem passarem pela vergonha politica se foi A, B ou C que pagaram as cotas de E, F ou G. Agora podem livremente participar na escolha do seu líder», acrescentou Marco António Costa.
Ao recordar o desaparecimento do fundador do partido, Francisco Sá Carneiro, o responsável pela Distrital do PSD/Porto, está certo que o PSD voltará em breve renascer dentro do mesmo espírito implantado no seio do partido pelo seu primeiro líder. Marco António Costa recordou que Francisco Sá Carneiro nunca se deixou subjugar a nada
nem a ninguém, a não ser exclusivamente ao interesse de Portugal. Por isso o responsável pela Distrital portuense diz estar confiante no futuro do partido, já que as bases saberão transmitir confiança e optimismo face aos valores de interesse nacional. «Os militantes do PSD devem romper de imediato com o passado e olhar com confiança para o futuro», concretizou Marco António Costa.

 O PSD não está a caminhar para o suicídio colectivo

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